sábado, 14 de julho de 2012

Para Roma, Com Amor!

Filmesssssssssss....
Ai essas férias dos meus pais tão me tirando do controle, eles querem que eu viva, ai eu não consigo cumprir minha meta, mas vou tentando, um dia eu consigo.

Ontem eu fui no cinema com alguns amigos, para ver Para Roma, com amor do fofo do Woody Allen. Saímos do cinema falando italiano e morrendo de vontade de conhecer esse lugar. Igual em Meia Noite em Paris, esse eu vi em casa depois de muito tempo e foi um dos que eu pensei: "Caramba, devia ter ido no cinema!", ou um daqueles comentários egoístas que eu faço: "Droga, não fui eu quem fiz".

Esses dois filmes dele me deixou com uma vontade louca de fazer uma maratona Woody Allen e ver todos, quem sabe em breve!
Então o filme é uma graça, aquelas comédias românticas que você morre de rir, sai do cinema querendo ver de novo e com situações muito atuais. Dividido em quatro histórias o filme segue divertindo e arrancando gargalhadas da platéia. A primeira história é de um casal de americanos que vai para Roma para conhecer a família do noivo da filha. A segunda é de um homem comum que vira celebridade da noite pro dia. A outra é um arquiteto que conhece um casal de jovens e a última um casal de recém casados que se perdem por Roma.

Woody além de ser o roteirista e diretor do filme, também atua, ele faz o pai da turista que vai casar com o italiano. Um diretor de ópera que está prestes a se aposentar, mas não quer, conhece a familia do noivo de sua filha e se encanta com a voz do pai do rapaz, que canta ópera muito bem quando está tomando banho e logo tenta convencê-lo de cantar profissionalmente. Se fosse para colocar em ordem de melhor história, essa seria a primeira, foi a mais engraçada.

A outra também muito boa, que conta muito do que acontece hoje em dia, é quando um homem comum (Roberto Benigni) é vira uma celebridade e é abordado por jornalistas em todos os lugares que vai sem ao menos ter uma explicação para tudo isso. O homem se incomoda no começo, afinal o que é interessante saber qual é seu café da manhã ou tipo de cueca que ele usa? Mas quando perde a fama para outro homem comum se sente aliviado no começo e logo sente falta de todo aquele fuss. Foi usada uma frase de Andy Warhol nessa hora: "No futuro, todos terão seus 15 minutos de fama." O que é bem verdade.


A história do casal que se perde, acontece quando Milly sai para ir ao cabeleireiro e se perde pela confusa Roma e vai parar na gravação de um filme com seu ator favorito. Seu marido, que está no hotel, acaba sendo pego na cama com uma prostituta (Penelope Cruz) pelos seus tios. Ana, se passa por Milly e vai parar em uma festa da sociedade italiana, onde encontra todos seus clientes. Já Milly vai parar no quarto de hotel de seu ator favorito.



A quarta história foi a mais chatinha, pra mim, um arquiteto (Alec Baldwin) passeia pelas ruas de Roma e se encontra com um estudante de arquitetura. O menino mora no lugar em que ele queria rever, os dois vão até lá e são surpreendidos pela noticia que de uma amiga da namorada do estudante está indo para Roma porque tinha terminado o namoro e estava triste. Apesar ter partes engraçadas, achei estranho o Alec Baldwin aparece como "consciência" pro menino quando ele queria fazer alguma coisa errada. E se ele fosse mesmo essa "consciência" as outras pessoas não deviam vê-lo. Sei lá.
De um modo geral, foi um filme ótimo, bom pra quem quer rir e se apaixonar pelos personagem do Woody Allen. Tudo acaba sendo envolvente, desde o começo com Volare embalando os créditos iniciais e fechando o filme acompanhado de uma orquestra. Passando por confusões e risadas até debaixo d'água (só quem ver vai entender), o mundo encantado de Woody Allen é sempre vindo pra mim. Em breve maratona!

Até os próximos filmes!!

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